segunda-feira, 5 de agosto de 2019

PARTICIPE DO 40º FESTIVAL FOLCLÓRICO DE ITACOATIARA



PROGRAMAÇÃO DO 40º FESTIVAL FOLCLÓRICO 2019

TEMA: OS 4 ELEMENTOS


1º NOITE: 07 DE AGOSTO– QUARTA-FEIRA NOITE DAS QUADRILHAS

ORDEM
Entrada
Saída
GRUPOS FOLCLÓRICOS
F. ETÁRIA
18h30min
19h30min
ABERTURA ESCOLHA DA RAINHA E REI
LIVRE
19h35min
20h07min
QUAD.MALUCA
ADULT0
20h12min
20h44min
QUAD.BROTINHOS DE NAZARÉ
ADULTO
20h49min
21h21min
QUAD.BAC
ADULTO
21h26min
21h58min
QUAD. OS CABOCLINHOS
ADULTO
22h03min
22h35min
QUAD.CELEBRIDADE
ADULTO
22h40min
23h12min
QUAD.OS CAIPIRAS
ADULTO
23h17min
23h49min
QUAD.MUTIRÃO NA FOLIA
ADULTO
23h54min
00h26mn
QUAD.ALEGRIA NA ROÇA
ADULTO
00h31min
01h03mn
QUAD. SÃO RAIMUNDO
ADULTO



2º NOITE: 08 DE AGOSTO– QUINTA-FEIRA NOITE DAS BUMBAS 
ORDEM
Entrada
Saída
GRUPOS FOLCLÓRICOS
F. ETÁRIA
19h00min
19h45min
MINA DEOURO
INFANTIL
19h50min
20h35min
DOURADINHO
INFANTIL
20h40min
21h25min
ESTRELA DE NAZARÉ
INFANTIL
21h30min
22h30min
CORAÇÃO VERMELHO
ADULTO
22h35min
23h35min
SANGUE AZUL
ADULTO

00h00min

ENCERAMENTO




3º NOITE: 09 DE AGOSTO– SEXTA-FEIRA 
NOITE DAS QUADRILHAS INFANTIL E CIRANDAS ADULTAS 
ORDEM
Entrada
Saída
GRUPOS FOLCLÓRICOS
F. ETÁRIA
19h00min
19h25min
QUAD.VILA DE LINDOIA
ADULT0
19h30min
19h57min
QUAD.BROTINHOS NA ROÇA
INFANTIL
20h02min
20h29min
QUAD.BAGUNÇA NA ROÇA
INFANTIL
20h34min
21h01min
QUAD. BROTINHOS DE FÊNIX
INFANTIL
21h06min
21h38min
QUAD.GAYDRILHA
ADULTO
21h43min
22h18min
CIRANDA EMOÇÃO DE CIRANDEIRO
ADULTO
22h23min
22h58min
CIRANDA ATRADIÇÃO DE CIRADEIRO
ADULTO

23h00min
01h00mn
ENCERAMENTO




4º NOITE: 10 DE AGOSTO– SABÁDO NOITE DE NACIONAIS E INTERNACIONAIS
ORDEM
Entrada
Saída
GRUPOS FOLCLÓRICOS
F. ETÁRIA
19h00min
19h30min
APRESENTAÇÃO ESPECIAL
ADULT0
19h35min
20h05min
DANÇ.NACIONAL TRADIÇÃO GAÚCHO
ADULT0
20h10min
20h47min
DANÇ. INTERNACIONAL CIDI
ADULT0
20h52min
21h22min
DANÇ.NACIONAL OS COLHEDORES DE CAFÉ
ADULT0
21h27min
22h04min
DANÇ. INTERNACIONAL ASHAYRA
ADULTO
22h09min
22h39min
DANÇ.NACIONAL ANDANÇAS
ADULTO
22h44min
23h14min
DANÇ.NACIONAL LUNDUM
ADULTO



ENCERAMENTO

sábado, 25 de maio de 2019

ATENÇÃO É HOJE! Participe da seleção de elenco do filme de longa metragem que será feito em Itacoatiara

A imagem pode conter: texto e água

Olá, Itacoatiara, dando prosseguimento ao casting do novo longa metragem do diretor Sergio Machado chamado, o CIDADE ILHADA, estaremos fazendo o teste para o filme nos dias 25 e 26 de Maio de 2019, na Escola Municipal Jamel Amed, na avenida Parque, 999 - Centro, Itacoatiara (Am).

Os testes serão feitos por ordem de chegada (entre 8h à 12h, e 14h ás 19h) e não teremos texto, será improviso.

MAIS INFORMAÇÕES:
PRODUÇÃO: TC FILMES E GULLANE
PREVISÃO DE FILMAGEM: JULHO/ AGOSTO DE 2019 (Itacoatira)
PREPARAÇÃO DE ATORES: FÁTIMA TOLEDO

SINOPSE:
Um barco cruza o rio Amazonas. A bordo dele estão apenas Mamede, um vendedor ambulante, o comandante Dalberto e um caixão vazio.
Dalberto embica a embarcação rumo a um pequeno braço de rio, atraca num vilarejo e retorna horas depois trazendo um cadáver para colocar no caixão. Completamente devastado, ele lembra de sua história trágica enquanto avança rio adentro.
Há um ano Dalberto trabalhava na polícia e foi convocado para intervir num caso de violência domestica num bairro ribeirinho.
Durante a batida, ele conhece Anaíra, uma morena que parece exalar vida por todos os poros. Os dois se apaixonam, Dalberto decide abandonar a polícia, investir num barco e casar.
Endividado pela compra da embarcação, Dalberto leva Anaíra para morar na casa que divide com os irmãos Dalmo e Armando. A cumplicidade entre os três é enorme. Eles aprenderam a compartilhar tudo, foram criados pelo pai e vivem sob a sombra do abandono da materno.
O convívio inicialmente é harmonioso, mas as coisas se complicam, quando, depois de um acidente, Dalberto se vê forçado a transportar um velho traficante, em avançado estado de demência, até Iquitos, no Peru.
Dalmo, o irmão mais velho, luta com todas as forças contra paixão que passa a sentir pela mulher do irmão. Ele consegue sufocar o desejo, mas algo implode dentro dele.
A odisseia de Dalberto parece não ter fim, ele é obrigado lidar com a polícia peruana, é atacado por assaltantes e tem que lidar com as inconstâncias do rio Amazonas e do velho traficante.
Sentindo-se abandonada, Anaíra aproxima-se de Armando, o irmão mais novo, com quem vive um caso de amor.
A volta de Dalberto põe sob o mesmo teto três homens completamente apaixonados pela mesma mulher. Dona Dalva, a velha índia, que criou os irmãos é única que antevê a inevitável tragédia que ira se abater sobre aquela família.

domingo, 3 de março de 2019

MARCHINHAS DE CARNAVAL: UM RETRATO DA VIDA POLÍTICA E SOCIAL DOS BRASILEIROS

Carmen Miranda

A partir de 1920, com rimas fáceis e bom humor, as marchinhas tornaram-se obrigatórias no carnaval. Mais que meros versos de folia, elas trazem crônicas do cotidiano da sociedade brasileira

Num fim de tarde qualquer de 1970, Manoel Ferreira e Ruth Amaral estavam em casa, jogando cartas com os vizinhos. Um toque na campainha do apartamento do casal, na avenida São João, no Centro de São Paulo, interrompe o passatempo. À porta está outra vizinha, que quer perguntar algo para Ruth - o que, exatamente, ela já não lembra. Caso encerrado, a dona da casa retoma sua vez no baralho. O marido a cutuca por baixo da mesa: "Já temos música para o próximo carnaval". E assim nasciam os versos: "Ai, a bruxa vem aí / e não vem sozinha, / vem na base do saci". "Quando vi a vizinha, a música me saltou na hora à mente. Ela era tão esquisitinha que, para bruxa, só faltava mesmo a vassoura", diz Manoel, rindo. Gravada por Sílvio Santos, a canção estourou nos bailes de carnaval da época e atravessou os anos como parte da trilha sonora de programas do apresentador de TV.

O episódio resume o tom das marchinhas, gênero musical carnavalesco que narra temas cotidianos em versos simples e irônicos, que "colam" na memória dos foliões. "Quanto mais curta a letra, fica mais fácil para o público gravar e cantarolar bem", afirmam Ruth e Manoel. "A marchinha é o poder da concisão. Ela diz tudo em poucas palavras, acompanhadas de uma melodia nova e agradável", diz o músico veterano João Roberto Kelly.
Embora ele seja avesso a receitas, de sua forma saíram algumas das mais famosas letras do carnaval brasileiro, como Maria Sapatão (1980), Bota a Camisinha (1987) - ambas escritas com a colaboração do apresentador de TV Chacrinha, o Abelardo Barbosa, entre outros autores - e Cabeleira do Zezé (1963), parceria com Roberto Faissal. O mote desta última veio de um garçom que o atendeu em um restaurante de Copacabana. O cabelo do rapaz chamava tanta atenção que João Roberto lhe disse: "Olha, se eu fosse um caricaturista, faria aqui mesmo um desenho seu. Como não sou dessa arte, faço à minha moda: com rimas e bom humor".

Mais de 40 anos depois, os versos "Olha a cabeleira do Zezé / Será que ele é" ainda dominam as seleções carnavalescas de clubes, hotéis e salões. É a canção mais tocada no Brasil em dias de folia, segundo o ranking de carnaval do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). O gênero representa 44% de todas as músicas reproduzidas, no período, no ano passado. Mais que sinônimo de saudosismo, as marchinhas estiveram na ponta da língua, no pé do povo e, bem à sua maneira, espreitaram o desenvolvimento político e social do país ao longo do século passado.

Ó abre alas

Há cerca de 100 anos, a anarquia musical imperava no carnaval. Ritmos europeus (como a polca e os "zé-pereiras", tocadores de bumbo da tradição portuguesa) misturavam-se pelas ruas do Rio de Janeiro com valsas, cantigas de roda, hinos e quadrinhas musicadas na hora. Em suma, dançava-se e cantava-se qualquer coisa. Ao menos um hino essas festas populares já possuíam: Ó Abre Alas, composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga em 1899. Era uma marcha-rancho (de andamento lento), que mais tarde foi considerada nossa primeira canção foliã. Chiquinha abria a tradição de músicas dedicadas exclusivamente ao carnaval.
Novos gêneros não demoraram a surgir. Pelo Telefone (1917), de Ernesto dos Santos, o Donga, inaugurou a designação "samba", assim como O Pé de Anjo, de Sinhô, e Pois não, de Eduardo Souto e Filomeno Ribeiro, lançaram em 1920 as primeiras marchinhas. Elas já nasceram sazonais. Eram esquecidas durante o ano, mas tinham seu lugar garantido nos dias de folia (como ocorre com o samba-enredo). Tratava-se de uma mistura alegre e bem brasileira dos ritmos da polca, americanos (ragtime e one-step) e até mesmo das marchas das bandas de coreto e de desfiles militares.

Aos poucos, sua temática ganhou corpo: "A marchinha é um gênero sempre marcado pela crônica de época e pela malícia", diz Ricardo Cravo Albin, musicólogo e pesquisador da MPB. "Elas são a expressão do humor popular da praça pública; é um processo de carnavalização em que não se leva nada a sério", afirma Walnice Nogueira Galvão, autora de Ao Som do Samba- Uma Leitura do Carnaval Carioca. Como exemplo, ambos retomam Lamartine Babo, o "rei" do carnaval carioca (veja acima), que em 1932 versava sobre a mulata e aproveitava para cutucar o golpe de Estado getulista em 1930, com a consequente nomeação de interventores para administrar os estados brasileiros. Em uma das estrofes de O teu Cabelo não Nega, Lamartine canta: "Tens um sabor / Bem do Brasil / Tens a alma cor de anil / Mulata, mulatinha, meu amor / Fui nomeado teu tenente-interventor". Além de política, os motes eram as comédias de costumes, o nonsense (com o casamento de rimas sem sentido) e a crítica social, como nos versos "Tomara que chova / Três dias sem parar / A minha grande mágoa / É lá em casa não tem água / E eu preciso me lavar". O péssimo abastecimento de água no Rio inspirou Paquito e Romeu Gentil a lançar, em 1951, Tomara que Chova.

A vitalidade das marchinhas é explicada por sua identificação inata com o carnaval. Assim diz João Roberto Kelly: "O samba-enredo você escuta nos desfiles do sambódromo, mas para os blocos, ruas e nas piadas, para dançar sozinho ou em grupo, o ritmo é a marchinha". Ruth Amaral também arrisca um palpite: "As pessoas são muito austeras e só têm esses dias do ano para se esbaldarem. As marchinhas são singelas, dizem o que o coração pensa, sente e viu".

Os compositores continuam na ativa. E até preparam uma parceria, trocando estrofes na ponte-aérea Rio-SP. Segundo Kelly, o tema é a "dança da boquinha". Boquinha? "Sabe... Aquela boquinha, quando os políticos vão pedir a sua parte..."

Saiba mais

ims.uol.com.br

Cerca de 28 mil gravações de MPB estão disponíveis no site do Instituto Moreira Salles.

www.dicionariompb.com.br
Organizado por Ricardo Cravo Albin, é um precioso banco de dados virtual sobre a história das marchinhas. Há detalhes da vida e obra de compositores e intérpretes.

fonte:
ÉRICA GEORGINO PUBLICADO EM 03/03/2019, ÀS 18H00

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

FIQUE POR DENTRO DA PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO CARNAVAL ITACOATIARENSE/2019

Nenhuma descrição de foto disponível.

Essa é a Programação da União dos Blocos Independentes de Itacoatiara. Que ocorrerá com maior incidência no centro, ao lado da Quadra de Esportes Herculano de Castro e Costa e em outros pontos da cidade, conforme programação acima.


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Essa é a Programação da Liga Itacoatiarense de Blocos e Escolas de Samba - LIBES. Que ocorrerá no Centro de eventos Juracema Holanda de 02 a 03 de março de 2019.

Vale ressaltar que haverão ainda outros blocos independentes, que farão suas apresentações em algumas ruas da cidade. De 23/02 a 03/03/2019.